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sábado, 17 de julho de 2010

A Cobra-de-Ferradura


A cobra-ferradura (Coluber hippocrepis) é uma serpente da família dos colubrídeos. O seu nome é devido a uma mancha escura, em forma de ferradura, localizada na zona posterior da cabeça.
A cabeça é bem delimitada do corpo. Além da parte posterior da cabeça exibir uma mancha escura em forma de ferradura, também apresenta uma tonalidade clara, entre amarelada e esbranquiçada com uma série contínua de manchas arredondadas de cor escura. A pupila é redonda. Apresenta uma fiada de escamas (entre três e quatro) entre os olhos e as supra labiais. Comparadas com os machos, as fêmeas, em geral, têm maior número de escamas ventrais. O seu comprimento varia entre oitenta e cento e cinquenta centímetros.
É uma espécie ágil,agressiva e trepadora. Tem hábitos diurnos, passando por um período de inactividade entre Novembro e Março. Alimenta-se de roedores, osgas, sardões e aves. São presas das aves rapinas e dos sacarrabos. Quando está em perigo, enrosca-se, dilata a cabeça, emite sons e pode morder. É, no etanto, inofensiva para o homem pois é aglifa (sem dentes inoculares de veneno). É essencialmente terrestre, mas pode, no entanto, subir a árvores e arbustos. Está associada a locais secos e pedregosos e pode ser encontrada em zonas urbanas.
É uma espécie ovípara. Reproduz-se durante a Primavera e o início do Verão. As posturas são formadas por quatro a onze ovos e têm lugar frequentemebte em Julho. As fêmeas depositam os ovos debaixo de troncos em decomposição e em tocas abandonadas. A incubação demora entre seis a oito semanas.

Bibliografia:

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Víbora-de-Seoane

A Víbora de Seoane (Vipera seoanei) é uma espécie de cobra da família Viperidae.

Espécie endémica do norte da Península Ibérica, restringe-se em Portugal às serras de Castro Laboreiro, Soajo e Tourém. Atinge 50–60 cm. Essencialmente diurna, pode ser nocturna nos meses quentes. O seu veneno pode causar edema, eritema, taquicardia, hipotensão, vómitos e convulsões, efeitos semelhantes aos da víbora-cornuda. Alimenta-se de micro-mamíferos, lagartos, anfíbios e aves.

Bibliografia:

sábado, 3 de julho de 2010

Atraso na Publicação

Por motivos pessoais só poderei publicar o segundo texto das cobras portuguesas amanhã.